Entre valores e decisões: o que escolhemos ser como empresa júnior

Por Júlia Sopranzetti


Uma das principais maneiras de se atingir bons resultados em empresas é pela construção de uma cultura de marca. Atualmente, grandes negócios já entendem que é através da elaboração de um senso de pertencimento que se é possível incentivar uma cultura de resultados. Nessa dinâmica, fazer com que o trabalhador se sinta valorizado e reconhecido no ambiente de trabalho se torna essencial para a geração de engajamento.


A Cria UFMG tem ciência desse fato em cada um de seus processos, e, atualmente, com a presença do processo eleitoral no cotidiano dos membros da empresa júnior, isso se torna evidente. Um fator importante para a criação de uma cultura de marca é integrar a identidade da marca em toda situação, de modo a gerar uma conexão e rotina. Com isso em perspectiva, é possível se dizer que o processo eleitoral, ao mesmo tempo, reflete os valores da empresa e os mobiliza como principais fatores para a escolha das lideranças da próxima gestão. Esses valores, são o que mantém viva a essência da empresa, mesmo ao longo de grandes mudanças como novas gestões. A maior empresa júnior de comunicação do Brasil é jovem, o que se torna um dos principais pilares da Cria, mobilizando a jovialidade para ser plural, diversa, e ainda assim, única. Os valores da EJ, nesse sentido, não se distanciam desse pilar, tanto em nomenclatura quanto em definição. 


Um dos princípios da empresa é “In pacto”, que se caracteriza pela construção de um comprometimento e responsabilidade com a empresa, os resultados, e os impactos gerados. Não à toa, é esse valor que dá nome a um dos eventos do processo seletivo da Cria: o “Primeiro InPacto”. Nesse evento, se busca explicar aos calouros e próximos trainees sobre a Cria, mostrando o funcionamento interno, a história do MEJ, e os resultados da empresa na carreira de pós-criers (aqueles que trabalharam na Cria em antigas gestões).


Foto do Primeiro InPacto 25.1.


Outro valor essencial é o “Liga o Flash”: utilizar sua própria visão criativa e seu amor pela empresa, para construir soluções inovadoras. Isso faz com que a criatividade esteja sempre em jogo no cotidiano dos integrantes da Cria, pois incentiva-se o raciocínio para além dos limites de um conceito. Nessa dinâmica, não é preciso ter medo de tentar. Afinal, outro princípio, “Arriscar, aprender, ação!”, estimula a tomada de decisão para que se arrisque, buscando sempre aprender na prática. 


Além desses, o “Ser em sintonia” constrói um ambiente em que todos sabem da importância de estarem conectados, por meio de diálogo, em direção a um propósito em comum. É isso que motiva também o “Crescer com o cliente”, mobilizando a ciência da jovialidade e empatia em prol do desenvolvimento mútuo com o cliente em paralelo à entrega de soluções funcionais a eles.


Por fim, o valor “(A)gente de mudança” estrutura um dos principais diferenciais da Cria UFMG frente a outras EJs: a diversidade e inclusão. Famosa por suas práticas inclusivas, esse princípio incentiva que os membros busquem sempre, ativamente, transformar a sociedade através da diversidade.


Esses valores bem estruturados, por sua vez, no contexto do eleitoral, permitem aos membros uma tranquilidade quanto ao futuro. Isso não apenas na perspectiva das novas lideranças que virão, mas também na visão da EJ e o gerenciamento da cultura. Os princípios permitem que o legado e a tradição da Cria consigam atravessar as gestões e manter a essência da EJ sempre viva, em qualquer situação. 


Mais do que nunca, o conceito de cultura de marca se faz presente, em que se torna essencial o processo de construção, através da conexão e rotina, dessa identidade. O processo eleitoral mobiliza esses valores como guias para as escolhas, incentivando uma reflexão em prol do melhor para a empresa e a continuidade da cultura. Quando perguntada sobre como o conhecimento desses valores influencia sua própria jornada no eleitoral, a assessora de projetos Bettina Adorno comenta:


“Os valores da Cria me ajudam não somente a superar os desafios do caminho, mas entender a necessidade deles e me preparar para os próximos. Eles tornam o processo mais significativo e resumem nossos propósitos para que possamos lembrar com mais facilidade o porque estamos onde estamos e fazemos o que fazemos".


Ou seja, no fim, a cultura de marca mostra-se pertinente para que a Cria possa continuar a existir. Ela incentiva que os membros atuais tentem alcançar novos patamares profissionais e pessoais, ao mesmo tempo que incentiva a continuidade do legado da empresa ao longo de gestões. Nessa dinâmica, os integrantes se sentem engajados a buscar sempre bons resultados nos projetos desenvolvidos, pois sabem que são pertinentes para o sucesso da EJ.


Em síntese, os valores da marca, no contexto do eleitoral, nos lembra que ela é composta por pessoas antes de tudo. E são essas pessoas as responsáveis pelas escolhas que determinam o amanhã. Escolhas que ajudam a construir uma Cria UFMG melhor a cada gestão.

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